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01
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O ponto de partida é os mais empobrecidos de nossa sociedade. É
preciso ouvir seu clamor, sentir sua aflição e fazer-se companheiro, numa
luta pela libertação.
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02
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O lugar social e geográfico da
ação é o dos mais empobrecidos. São as favelas, os morros, as ocupações, os
lugares onde a vida está em risco. São as categorias: desempregados, sem
casa, doentes etc.
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03
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O sujeito da ação é o
próprio povo despojado de seus direitos á uma vida digna. O agente é companheiro,
cooperador para que o povo se aproprie do processo de organização e avance na
conquista de seus direitos.
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04
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Os objetivos da ação são
tirados a partir das necessidades mais sentidas pelo povo (água, comida,
terra, casa, trabalho, saúde, formação, organização). É uma ação que vai as
raízes dos problemas e visa a libertação das pessoas, em categorias, em
comunidade.
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05
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O planejamento da ação: A
ação é planejada e feita com os empobrecidos, com a divisão das tarefas e
rodízio das lideranças para participação e crescimento de maior número de
pessoas.
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06
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Articulação: Unir os grupos
de trabalho para trocar experiências, aprofundar a caminhada e somar forças
no enfrentamento dos problemas.
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07
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Caminho: Não existem
esquemas prontos. O caminho é o compromisso com a causa dos empobrecidos.
Cada comunidade de trabalho constrói o seu caminho.
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08
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Mística
libertadora: Iluminar a caminhada com a Luz da Palavra de Deus segurando
momentos de aprofundamento da fé e de oração.
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09
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Caminhada
celebrativa: Celebrar a caminhada com liturgias e celebrações ecumênicas
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10
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Avaliar sempre
e redimensionar a prática em função de atingir a meta.
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11
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Assegurar os
valores humanos, comunitários e cristãos na caminhada em vista da
construção do Homem Novo (em Cristo) e de uma Nova Sociedade (justa e
fraterna) como mediação para o Reino.
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12
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Ação Ecumênica,
feita e celebrada com pessoas de várias denominações cristãs.
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